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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

A Cruz Vermelha de Cabo Verde em parceria com o Governo vai enviar uma equipa médica constituída por 12 pessoas, seis médicos e seis enfermeiros, para uma missão de socorro em Moçambique.

Segundo o presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, Dr. Arlindo Carvalho, em declarações à imprensa, a CVCV está a ultimar os documentos para que a equipa médica cabo-verdiana possa integrar a grande equipa internacional que está no terreno em Moçambique, na sequência dos estragos e mortes causados pela passagem do ciclone Idai.

“A equipa cabo-verdiana vai integrar uma equipa composta por elementos das Nações Unidas e da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho”.

Conforme o presidente da CVCV, trata-se de um gesto simbólico da parte de Cabo Verde, uma vez que o sistema de saúde do país não permite que se possa enviar mais médicos.

Face a esta situação, a Cruz Vermelha  arrancou  também com a campanha "AJUDE-NOS A AJUDAR MOÇAMBIQUE" com o intuito de mobilizar recursos financeiros nas contas dos pricipais bancos comerciais do país.

A passagem do ciclone Idai em Moçambique, no Zimbabué e no Maláui fez pelo menos 786 mortos e afectou 2,9 milhões de pessoas nos três países, segundo dados das agências das Nações Unidas.

Moçambique foi o país mais afectado, com 468 mortos e 1.522 feridos já contabilizados pelas autoridades moçambicanas, que dão ainda conta de mais de 127 mil pessoas a viverem em 154 centros de acolhimento, sobretudo na região da Beira, a mais atingida.

As autoridades moçambicanas adiantaram que o ciclone afectou cerca de 800 mil pessoas no país, mas as Nações Unidas estimam que 1,8 milhões precisam de assistência humanitária urgente.

 

 

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