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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

Depois de um mês do ciclone Idai ter atingido Moçambique, o governo e outras organizações parceiras iniciaram a realocação de famílias deslocadas para áreas mais próximas de suas casas.

No último final de semana, 200 famílias deixaram os abrigos na cidade central da Beira. Nos próximos dez dias, cerca de 70 mil pessoas devem sair de centros de residência montados em meio à catástrofe do mês passado.

Segundo o relatório enviado pelo chefe da delegação cabo-verdiana em Moçambique, Major Médico Cardiologista, Fernando Tavares, a equipa tem desenvolvido actividades nas áreas de cardiologia, clinica geral, promoção de saúde, urgência de adulto e crianças com quadro sintomatológico associado ao ciclone IDAI, ginecolologia e obstetricia, cirurgia Geral, enfermagem e psicologia.

Em números, até a presente data, foram realizadas 247 consultas médicas, 221 procedimentos de enfermagem e 47 atendimentos psicológicos.

Neste momento, a equipa cabo-verdiana atua no hospital de campanha da Cruz Vermelha Portuguesa, com vista a uma melhor optimização no cumprimento terapêutico e reposição de stock na farmácia do Centro de Saúde Urbano do Macurungo.

Segundo Major Médico Cardiologista, Fernando Tavares, a delegação cabo-verdiana foi recebida pela Cruz Vermelha Portuguesa, através de sua chefe de Delegação, Lara Martins, tendo sido estabelecido contactos com as autoridades locais nomeadamente representantes da Cruz Vermelha de Moçambique (Beira), Proteção Civil, Organizações Internacionais, Direcção Nacional de Cooperação MISAU e Direcção Provincial da Saúde.

Consequentemente, a delegação de Cabo Verde foi integrada numa equipa constituida por técnicos da Cruz Vermelha Portuguesa, médicos internacionais e técnicos voluntários daquela localidade.

Foram entregues também, de forma oficial, os donativos de Cabo Verde, nomeadamente medicamentos, ao Chefe Central dos Donativos e Medicamentos da Beira. 

 

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