Foto: Corrie Butler / IFRC

Kinshasa / Nairobi / Genebra, 1 de agosto de 2019 - Um ano depois, o surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) continua a se espalhar por novas áreas em Kivu do Norte e Ituri . 

13 novos casos foram relatados, nos últimos três meses, à medida que a insegurança, a resistência da comunidade e as enormes necessidades humanitárias não atendidas aumenta.

Segundo Emanuele Capobianco, Diretor de Saúde e Cuidados da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC), esse terrível vírus só pode ser detido com a ajuda de comunidades engajadas e com centros capacitados a dar resposta às vitimas.

Juntamente com o Ebola, os surtos de sarampo e cólera em curso na República Democrática do Congo mataram mais de 1.800 pessoas no ano passado. 

Diante da importância de se intensificar os esforços para combater o Ebola, a Cruz Vermelha está a trabalhar nas comunidades, de forma a garantir a prevenção de possiveis novas infecções. Os voluntários da Cruz vermelha estão trabalhando dentro das comunidades afetadas, ouvindo as preocupações e reunindo feedback, e, consequentemente, melhorando a capacidade de resposta às pessoas necessitadas.

Nas áreas de atuação dos voluntários da Cruz Vermelha, houve mais de 9.400 sepultamentos dignos e seguros. Cerca de 1.500 voluntários da Cruz Vermelha foram treinados para esta missão de combate ao Ébola.

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