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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

O Município da Praia até às 15 horas do dia 22 de maio do ano em curso, já realizou 17.123, testes rápidos e 8.150 PCR e contabiliza 632 casos positivos, sendo 267 ativos, 364 recuperados o que representa 57,3% do total acumulado.

 

A fim de encontrar a prevalência do vírus para pesquisa de anticorpos, fazer estudos, confirmar diagnósticos e determinar linhas de investigação, as autoridades sanitárias cabo-verdiana estão a levar a cabo uma campanha de realização de testes rápidos em todos os bairros e instituições públicas sediadas na cidade da Praia e em todo o país desde finais de maio.

Esta campanha organizada pelas autoridades de saúde e proteção civil, conta com o apoio de voluntários da Cruz Vermelha de Cabo Verde, das polícias nacional e militar que têm como tarefa organizar e disciplinar aqueles que deslocam a tendas montadas nos diferentes bairros para a realização de testes, garantindo que tudo decorra de forma ordeira e na normalidade.

 

Ivandro Lopes, do Conselho Local da Praia e responsável da Cruz Vermelha de Cabo Verde nesta campanha, considera que ela tem decorrido de forma cordial e num clima de respeito, realizando em média, cerca de 300 testes diários nos diferentes bairros da Capital. “Faz-se diariamente em duas ou mais localidades e demora aproximadamente 10 a 15 minutos para se obter resposta” informou.

 

“O teste é gratuito e segundo as normas estabelecidas pelas estruturas de saúde, a prioridade de acesso são para os indivíduos considerados contactos, por terem estado em convívio com pessoas infetadas e depois os outros. Mas isso não impede que as pessoas que deslocam aos locais de testes ficam sem fazer! A aderência tem sido muito boa”, garantiu Ivandro Lopes.

 

De acordo com os últimos dados disponibilizados, até ao dia 22 de Junho já se tinha efetuado na cidade da Praia, 17.123 testes rápidos de pesquisa de anticorpos do novo coronavírus, com alguns resultados positivos, o que tem ajudado grandemente na descoberta de novos casos da COVID-19, forçando as autoridades de saúde a alargar esta campanha aos bairros que ainda não registam casos positivos.

 

Segundo o infeciologista Jorge Noel Barreto, diretor do Serviço de Prevenção e Controlo de Doenças, todos os casos positivos detetados por testes para “Imunoglobulina M”, são, de seguida, feitos testes de PCR para diagnóstico e encontrou-se alguns positivos. Continuando, advertiu que para as pessoas que testaram negativo num teste rápido para pesquisa de anticorpos do novo coronavírus não devem baixar a guarda, porque isso não significa que estão livres de infeção.

 

Deve-se enfatizar que algumas clínicas privadas na capital do país já fazem testes rápidos aos seus pacientes.

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