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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

A grande aposta da nova direção da Cuz Vermelha de Cabo Verde é regionalização das estruturas e o modelo de governação através  de descentralização de recursos, de responsabilidades, atribuições  e atividades dos Conselhos Locais.

No momento, a Cruz Vermelha de Cabo Verde está a concluir o processo de eleição nos Conselhos Locais que irá permitir uma maior legitimidade dos órgãos, consentindo uma maior participação dos voluntáriops na gestão dessas estruturas.

Para se consolidar o reforço dos órgaos locais, serão transferidos para as estruturas locais mais responsabilidades e competências, acompanhadas  de recursos financeiros e materiais, dando-lhes mais autonomia e capacidade de gerência a fim de melhorar as suas capacidades de intervenção.

Ainda com o objectivo de romper com as práticas anteriores de gestão centralizada, a atual Direção propõe descentralizar a execução orçamental, as atividades, a gestão e a supervisão de projectos sociais dos Conselhos Locais.

"Esta opção estratégica do modelo de governação permite uma melhor planificação das intervenções, com ganhos de economia de escala;melhor racionalização dos meios; melhor coordenação e articulação e maior impacto nas intervenções, melhorando a capacidade de resposta a nível regional", garnte o Presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, Arlindo Carvalho.

Um novo recurso lançado em Nova York ajudará as cidades a se prepararem para as ondas de calor - eventos climáticos extremos que estão entre os tipos de perigo natural mais letais do mundo.

Falando na sede da ONU em Nova York, o presidente da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), Francesco Rocca, disse:

“As ondas de calor são um dos perigos naturais mais letais que a humanidade enfrenta , e a ameaça que representam só se tornará mais séria e mais disseminada à medida que a crise climática continua .

“ No entanto, a boa notícia é que as ondas de calor também são previsíveis e evitáveis. As ações que as autoridades podem tomar para salvar vidas e reduzir significativamente o sofrimento são simples e acessíveis ”.

O novo Guia de Ondas de Calor para Cidades do Centro Climático da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho oferece aos planejadores urbanos e autoridades municipais um resumo oficial das ações que podem tomar para reduzir o perigo de ondas de calor, que são definidas como um período de tempo quando a temperatura combinação com outros fatores, são incomumente altos e perigosos para a saúde e o bem-estar humanos.

Desde 2001, várias ondas de calor mataram dezenas de milhares de pessoas em todo o mundo. Em 2003, na Europa foram mais de 70.000 mortes, enquanto que na Índia cerca de 2.500 pessoas foram mortas, em 2015, 

As pessoas com maior risco de ondas de calor tendem a ser  pessoas idosas, crianças muito novas, mulheres grávidas, pessoas em tratamento médico e pessoas socialmente isoladas.

“ Ondas de calor são assassinas silenciosas porque tiram a vida de pessoas que já são vulneráveis ” , disse Rocca. "É vital que todos saibam como se preparar para eles e limitar seu impacto".

Cerca de 5 bilhões de pessoas vivem em regiões onde o calor extremo pode ser previsto com dias ou semanas de antecedência.

As cidades podem tomar ações que incluem o estabelecimento de sistemas de alerta às pessoas antes dos períodos previstos de calor extremo; fortalecer os sistemas de saúde para reduzir o risco de serem sobrecarregados durante uma crise de calor; realização de campanhas de conscientização da comunidade; estabelecer centros de resfriamento / linhas telefônicas de atendimento para pessoas vulneráveis ​​que precisam de ajuda, tratamento e apoio; “esverdear” cidades e centros urbanos,  plantando árvores, protegendo espaços verdes abertos e introduzindo zonas livres de carros.

Foto: Corrie Butler / IFRC

Kinshasa / Nairobi / Genebra, 1 de agosto de 2019 - Um ano depois, o surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC) continua a se espalhar por novas áreas em Kivu do Norte e Ituri . 

13 novos casos foram relatados, nos últimos três meses, à medida que a insegurança, a resistência da comunidade e as enormes necessidades humanitárias não atendidas aumenta.

Segundo Emanuele Capobianco, Diretor de Saúde e Cuidados da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC), esse terrível vírus só pode ser detido com a ajuda de comunidades engajadas e com centros capacitados a dar resposta às vitimas.

Juntamente com o Ebola, os surtos de sarampo e cólera em curso na República Democrática do Congo mataram mais de 1.800 pessoas no ano passado. 

Diante da importância de se intensificar os esforços para combater o Ebola, a Cruz Vermelha está a trabalhar nas comunidades, de forma a garantir a prevenção de possiveis novas infecções. Os voluntários da Cruz vermelha estão trabalhando dentro das comunidades afetadas, ouvindo as preocupações e reunindo feedback, e, consequentemente, melhorando a capacidade de resposta às pessoas necessitadas.

Nas áreas de atuação dos voluntários da Cruz Vermelha, houve mais de 9.400 sepultamentos dignos e seguros. Cerca de 1.500 voluntários da Cruz Vermelha foram treinados para esta missão de combate ao Ébola.

Celebra-se hoje o dia Mundial da Cruz Vermelha, também conhecido como Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Um gentil aceno a todos os voluntários que dão a sua contribuição, de maneira incomparável, às pessoas em necessidade ou sofrimento.

Aliás, o dia também é o aniversário de Henry Dunant, que fundou o Comitê  Internacional da Cruz Vermelha em 1863 na Suíça, em Genebra. Ele nasceu em 8 de maio de 1828 e também recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Enquanto os temas para o Dia Mundial da Cruz Vermelha 2018 e 2017 foram “Sorrisos memoráveis ​​de todo o mundo” e “Histórias menos conhecidas da Cruz Vermelha” respectivamente, o tema escolhido para este ano é AMOR, com o objectivo de ampliar a compreensão do público sobre as sociedades nacionais, destacando a diversidade e a universalidade do seu trabalho que é realizado em prol da humanidade.

O dia é comemorado anualmente para reduzir o sofrimento das pessoas no mundo e capacitá-las a levar uma vida digna. Segundo o Presidente da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, Francesco Rocca, o mundo está a enfrentar desafios humanitários sem precedentes e, por isso, os atores locais são cruciais para salvar vidas, preparar comunidades, trabalhar mais rápido e melhor em todas as crises no mundo.

Neste dia, Francesco Rocca apela o otimismo de todos os funcionários, colaboradores e voluntários da família Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, de forma a continuarem firmes no serviço da humanidade!

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