Infelizmente, muitos países continuam a ver uma ligação religiosa, cultural ou política nos emblemas da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Esta percepção chegou mesmo a afectar o respeito pela neutralidade que lhes é conferida, pondo em causa o seu carácter protectivo. A solução envolveu a adopção, em 2005, de um Protocolo Adicional às Convenções de Genebra que criou o Crescente Vermelho. Este novo emblema é livre de qualquer conotação cultural, religiosa, política ou étnica e tem o mesmo estatuto internacional dos emblemas existentes. Actualmente é utilizado pelo Estado de Israel.

Introduza as suas credenciais