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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

Cruz Vermelha de Cabo Verde – Filiações:

  • Federação Internacional das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho
  • Comité Internacional da Cruz Vermelha
  • ACROFA - Associação das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho dos países africanos de língua oficial francesa, espanhola e portuguesa
  • SAHEL PLUS –  Cluster de Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho da zona  do Sahel/África Ocidental
  • Fórum das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha da Língua Portuguesa 

 

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HENRY VA

Nascido a 8 de maio de 1828, Henry Dunant veio ao mundo no seio de uma família abastada de Genebra Suíça. Porém, nem por isso Dunant cresceu alheio ao sofrimento dos outros, pelo contrário, teve uma educação rigorosa e que cedo lhe incutiu fortes convicções religiosas e elevados princípios morais que viriam a toldar a sua personalidade.

Assim, bem cedo na sua vida, o jovem Dunant aliou-se às causas e a vários movimentos sociais, sobressaindo-se a Liga dos Donativos, do qual se tornou membro. A missão desta Liga era levar conforto espiritual e auxílio material para os pobres, enfermos e amargurados. No meio à sua promissora carreira enquanto comerciante, Dunant encontrava energia e tempo para dedicar-se aos outros mostrando toda a sua enorme humanidade.

Porém, igualmente determinado em ampliar o seu sucesso no mundo dos negócios, eis que Dunant se lança à estrada, rumo à França para contatos de negócios.

Era o ano de 1959 e eclodia o conflito armado entre as forças francesas de Napoleão III e a Áustria que havia invadido a província italiana de Piemonte-Sardenha, precisamente no meio do trajeto de do jovem empresário e humanitário que, por ocasião do destino, chagava naquela hora a Castiglione della Pieve, próximo ao local que viria a transformar-se num sangrento campo de batalha, a famosa batalha de Solferino a que Henry Dunant viria a assistir horrorizado em meio à barbárie.

A França, aliada da Itália viria a tomar para si a responsabilidade de “expulsar” os austríacos e o choque entre centenas de milhares de soldados, com alguma vantagem em números para os franceses, viria a acontecer resultando em pelo menos 40 mil baixas de todos os lados.

E, em meio à barbárie, a humanidade, através de Dunant falou mais alto pelo que este tomasse para si a responsabilidade de tentar fazer alguma coisa pelos feridos e moribundos. Chamou as mulheres e homens do povoado ali perto e juntos começaram a tratar as vítimas da guerra, sem olhar para “amigo e “inimigo”.

Desta horrenda experiencia, nascia a ideia da criação de uma organização neutra que chamasse para si a responsabilidade de acudir os soldados feridos nas guerras, num mundo repleto de conflitos.

Eis, então que, em 1862, movido pela experiencia do que viu no campo de batalha, Henry Dunant publica o seu livro de memórias sobre aquela batalha sangrenta e que intitulou de «Lembrança de Solferino».

O livro que foi um enorme sucesso, até os dias de hoje foi o que deu força para o que viria a ser a Cruz Vermelha, arrastando com ele vários apoiantes.

E em 1863, as autoridades suíças viriam a dar carta branca para que Dunant avançasse com o seu projeto, resultando na criação da primeira estrutura da Cruz Vermelha, na altura chamada de Comité Internacional para a Ajuda aos Militares Feridos. Saiba mais sobre as etapas da criação da Cruz Vermelha Internacional na História da Cruz Vermelha Internacional.

 

ARLINDO

 

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Antes de mais o nosso muito obrigado por visitar a nossa página,

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Constituída segundo os princípios e normas da Convenção de Genebra de 1949 e seus protocolos adicionais, a Cruz Vermelha de Cabo Verde foi instituída em 1975, pelo Decreto-Lei nº 2/75, publicado no Boletim Oficial nº 3/75, tendo o seu estatuto aprovado dois anos mais tarde, em 1977, pelo Decreto nº 52/77, de 18 de Junho, posteriormente retificado pelo Decreto-Lei n.º 108/84, de 3 de Novembro de 1984, publicado no Boletim Oficial n.º 44/1984. Decorridos varias décadas e vivenciadas muitas experiências, a Cruz Vermelha de Cabo Verde, dá mais um passo rumo à proximidade com a sociedade, disponibilizando o novo site, moderno, responsivo e que se pretende também interactivo. Por isso sempre que tiver alguma dúvida ou questão não hesite em contactar-nos.

 

A Cruz Vermelha de Cabo Verde, é um parceiro incontornavel do processo de desenvolvimento de Cabo Verde, não só pela responsabilidade humanitaria e social inerente à sua natureza e missão, mas também, por ao longo destes anos ter desempenhado um papel fundamental na construção do país, da paz, da concordia, estando sempre presente nos momentos em que foi chamada a intervir em causas nobres e humanitarias.

Estamos certos que, de forma incremental, este veículo cumprirá o seu papel principal de aproximar-nos cada vez mais da sociedade civil e de contribuir para a salvaguarda dos Direitos Humanos e do respeito pelo Direito Internacional Humanitário.

Mais uma vez o nosso muito obrigado por visitar a nossa página e conhecer um pouco mais sobre nós e o que fazemos.

O Presidente

Arlindo Soares de  Carvalho

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A pobreza pode ser entendida em vários sentidos e está, normalmente, associada a falta acesso à serviços com saúde, educação, segurança e recursos financeiros mínimos por parte de indivíduos de determinados grupos sociais, o que prejudica ou impossibilita a subsistência e uma vida social condigna dos mesmos.

Diminuir o nível de pobreza no mundo é uma preocupação, constante da Cruz Vermelha de Cabo Verde.

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