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Servindo Voluntariamente Cabo Verde e a Humanidade

AJUDE-NOS A AJUDAR

Um número crescente de empresas apoia a missão humanitária da Cruz Vermelha de Cabo Verde.

Porquê tornar-se uma empresa parceira?

Desde a sua fundação que a Cruz Vermelha de Cabo Verde procura ajudar as pessoas vulneráveis de forma imparcial e voluntária, no quadro do maior movimento humanitário do mundo com 190 Sociedades Nacionais e 100 milhões de voluntários.

A sua empresa ao ser parceira da Cruz Vermelha de Cabo Verde demonstra publicamente o seu compromisso/responsabilidade com a defesa da vida, da saúde e da dignidade humana.

A opinião pública olha de forma positiva as empresas que apoiam a Cruz Vermelha. Associar-se à sua missão, significa beneficiar da sua imagem positiva, tirar partido dos seus diferentes vectores de comunicação e aceder a uma nova clientela.

Vantagens da parceria

Uma parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa oferece todas as vantagens em termos de Marketing, Relações Públicas e Responsabilidade Social, que se possam esperar de uma ligação com a organização identificada pelo emblema mais conhecido e mais respeitado no mundo.

O carácter e o trabalho da Cruz Vermelha de Cabo Verde conferem à empresa parceira uma excelente imagem de marca junto ao grande público, que conhece e confia de forma absoluta na Cruz Vermelha.

Formas da parceria

As parcerias estabelecidas com a Cruz Vermelha de Cabo verde podem ser de diferente âmbito e duração, e ter diversos objectivos que podem ser discutidos e analisados caso a caso.

Para saber como tornar-se parceira da cruz vermelha de Cabo Verde contacte-nos

·         Rampa do Hospital Dr. Agostinho Neto

·         Tel.: 260 38 70 – Fax.: 261 39 09

·         Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 Clique aqui e conheça as instituições parceiras

Face aos objectivos traçados para o desenvolvimento do Voluntariado, e de acordo com o processo de gestão, todos os Voluntários devem receber Formação Institucional, para posteriormente serem credenciados pela Instituição, e terem acesso à respectiva formação específica, de acordo com as áreas de actuação (a definir).

Em tempo de guerra, os homens devem observar certas regras de Humanidade, mesmo em relação ao inimigo. Neste sentido, o Direito Internacional Humanitário (DIH) é um ramo do Direito Internacional que tem como objectivo limitar os efeitos da violência em tempo de guerra.

Também conhecido como Direito dos Conflitos Armados ou Direito da Guerra, o DIH protege pessoas e objectos afectados ou passíveis de serem afectados pelas hostilidades, e limita métodos e meios de guerra em tempo de conflito.

O DIH e a sua evolução estão intimamente vinculados à história da Cruz Vermelha. De facto, foi graças a Henry Dunant e à I Convenção de Genebra de 1864 que foram lançadas as bases do DIH que se conhece hoje, sendo que actualmente as Convenções de Genebra protegem 4 categorias de pessoas: militares feridos, náufragos, prisioneiros e civis.

Regras básicas do Direito Internacional Humanitário

Existem algumas regras básicas de Direito Internacional Humanitário que têm de ser cumpridas pelas partes envolvidas no conflito, entre elas:

·         Pessoas fora de combate e aqueles que não participam directamente nas hostilidades têm o direito ao respeito pelas suas vidas.

·         Os feridos e os doentes, bem como o pessoal médico, os emblemas da Cruz Vermelha, Crescente Vermelho e Cristal Vermelho, têm de ser protegidos.

·         Os combatentes e civis capturados que estejam sob a autoridade de uma parte inimiga têm o direito ao respeito pela sua vida, dignidade, direitos e convicções pessoais.

·         Todos deverão ter o direito a beneficiar das garantias judiciais fundamentais.

·         É proibido o uso de armas e métodos de guerra que causem perdas desnecessárias ou sofrimento excessivo.

 

O trabalho voluntário esteve sempre no cerne da ideia da Cruz Vermelha. Quando Henry Dunant, fundador do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, viu os soldados feridos e moribundos na Batalha de Solferino, rapidamente reuniu populações das aldeias mais próximas para lhes prestar auxílio, tendo mais tarde escrito Recordação de Solferino. "Não seria possível formar sociedades de auxílio que cuidassem dos feridos em tempo de guerra, através do trabalho zeloso, devoto e qualificado de voluntários?", interrogou-se Henry Dunant. Foi assim que Dunant viu as populações responderem às necessidades do auxílio humanitário.

Desta visão de há 150 anos, cresceu o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Hoje, existem Sociedades Nacionais em 190 países em todo o mundo, numa rede humanitária global que envolve cerca de 100 milhões de membros e voluntários. O nível de envolvimento destes 100 milhões é, naturalmente, diferente. Muitos são apenas apoiantes. Outros prestam ajuda, ocasionalmente. Cerca de 20 milhões estão profundamente envolvidos no trabalho diário da organização. Todos trabalham pela causa, sem interesses pessoais.

De realçar que o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho assiste, anualmente, cerca de 275 milhões de pessoas vulneráveis.

Voluntário é aquele que se disponibiliza voluntariamente a colaborar nos serviços da Instituição, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra e que acata os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha/Crescente Vermelho e demais normas que regem a Cruz Vermelha Portuguesa, aos níveis do desenvolvimento, do planeamento, da coordenação e da execução.

O Voluntariado está confrontado com mudanças imparáveis em curso. Mudanças a nível da diversificação das necessidades e interesses que são objecto da criação de novos campos de intervenção do cidadão.

A Cruz Vermelha de Cabo Verde promove o Voluntariado Jovem, fomentando, através da Juventude, a participação de crianças e jovens na actividade da instituição, e, designadamente, a difusão dos Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Os voluntários, depois de devidamente seleccionados, formados e enquadrados, podem responder a:

·         Assistência às vítimas de conflitos armados em coordenação e colaboração com o Comité Internacional da Cruz Vermelha;

·         Assistência às vítimas de desastres naturais ou outras emergências em coordenação com entidades nacionais e colaboração com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho;

·         Situações de emergência: a nível da prevenção e apoio em missões de auxílio, assistência e tratamento de doentes e feridos, quer em tempo de paz, quer em tempo de guerra - informação, apoio na sobrevivência – alimentação, cuidados sanitários básicos, cuidados de enfermagem, apoio psicológico;

·         Mitigação das consequências e preparação ao retorno da vida normal;

·         Socorro e transporte de pessoas em situação de vulnerabilidade, primeiros socorros, apoio aos mais vulneráveis, como idosos, crianças em risco;

·         Socorrismo de proximidade - rede de actuação rápida com socorristas de proximidade e disponibilidade de equipamento e material de socorro, de acordo com as necessidades;

·         Acções de apoio e prevenção junto de jovens em risco, imigrantes, idosos em situação de solidão, recuperação e reintegração de pessoas vítimas de acidentes de trabalho, de viação ou de doenças incapacitantes;

·         Apoio a Idosos e Dependentes - promovendo academias e clubes seniores, numa perspectiva de resposta diferenciadora e geradora de um envelhecimento saudável. O lema adoptado: “Viver a Vida em todas as idades e em todas as circunstâncias”;

·         Angariação de fundos, organização de eventos;

·         Actividades de gestão, órgãos sociais, etc.;

·         Difusão dos princípios e ideais do Movimento;

·         Difusão do Direito Internacional Humanitário;

·         Intervenção em várias áreas/grupos vulneráveis: população prisional e famílias, vítimas de violência, jovens em risco, imigrantes, segurança rodoviária, prevenção do alcoolismo e toxicodependência, pandemias, educação ambiental e de saúde, promoção dos hábitos alimentares saudáveis, combate ao insucesso escolar, rastreios, entre outros.

 

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